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Quando a ergonomia deixa de ser tema de SST e vira tema de diretoria?
A ergonomia deixou de ser apenas uma pauta técnica de SST e passou a ocupar espaço estratégico na governança corporativa. Com a lógica do GRO, fatores ergonômicos e psicossociais precisam integrar a gestão real dos riscos, influenciando diretamente passivo jurídico, FAP, sinistralidade, absenteísmo, turnover e previsibilidade financeira. Quando a diretoria entende isso, a ergonomia deixa de ser custo operacional e passa a ser instrumento de proteção institucional e decisão baseada em dados.
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Ergonomia e FAP: o que a diretoria deveria monitorar para não ser surpreendida pela conta?
O FAP não deveria ser tratado como surpresa no fechamento do orçamento. Ele é consequência direta da forma como a empresa identifica, avalia e controla riscos ocupacionais ao longo do tempo. Quando a diretoria monitora apenas o número final, perde a chance de agir sobre sinais anteriores, como queixas recorrentes, riscos psicossociais, falhas no plano de ação ergonômico, absenteísmo e turnover relacionado ao desgaste. Ergonomia, nesse contexto, deixa de ser obrigação burocrática e passa a ser ferramenta de proteção jurídica, financeira e gerencial.
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Por que sua empresa está pagando caro por afastamentos evitáveis?
Afastamentos evitáveis não devem ser tratados como fatalidade ou simples custo de RH. Na maior parte dos casos, eles revelam falhas anteriores na identificação, avaliação e controle dos riscos do trabalho. Quando a empresa atua apenas depois do adoecimento, absorve custos ocultos em produtividade, sinistralidade, passivo e desorganização operacional. O afastamento, nesse contexto, é sinal de gestão de risco ineficaz.
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O novo manual da NR-01: por que jurídico e financeiro precisam olhar para o GRO agora?
O novo Manual de Interpretação do capítulo 1.5 da NR-01 reforça que o GRO deve ser tratado como instrumento de governança, e não apenas como exigência documental. Isso afeta diretamente a forma como a empresa demonstra diligência, controla riscos, reduz vulnerabilidades jurídicas e melhora a previsibilidade financeira. Para jurídico e financeiro, o tema deixa de ser operacional e passa a ser estratégico.
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Como a ergonomia impacta a sinistralidade do plano de saúde?
Poucas empresas conectam a sinistralidade do plano de saúde à ergonomia interna, mas deveriam. O aumento dos custos não acontece por acaso. Ele reflete o padrão de adoecimento dos colaboradores, muitas vezes impulsionado por sobrecarga musculoesquelética crônica. Quando a ergonomia é negligenciada, o corpo responde e o plano de saúde paga a conta.
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